domingo, 11 de dezembro de 2016

Pastor Welinton: O Reino de Deus

Pastor Welinton: O Reino de Deus: O Reino de Deus na terra, pode ser ilustrado claramente através do processo antigo de colonização, como se deu em nosso país. O Desco...

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Comunhão com Deus, o valor da oração!


37 Voltando, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Simão, tu dormes? Não pudeste vigiar nem uma hora?
38 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
39 Retirando-se de novo, orou repetindo as mesmas palavras.
Marcos 14:37-39



Diante da prova que estava por vir, a prisão e crucificação de Jesus, Jesus pediu para seus discípulos se colocarem em oração, preparando-os para as provas que aconteceriam, assim, ele se retirou e levou consigo Pedro, Tiago e João para orar; depois afastou-se um pouco dos três e foi orar sozinho. Depois voltou e achou-os dormindo, e repreendeu-os  por não  poderem orar nem sequer uma hora com ele.
Interessante é notarmos que mesmo Jesus sendo Deus e homem, colocou-se numa posição de dependência da oração. Ele se pôs dependente do Pai celestial. E notamos que os discípulos Pedro, Tiago e João não sentiam a mesma dependência e  se deixaram ser vencidos pelo sono.
Jesus então os ordenou que estivessem vigiando, por que os guardas estavam por vir, e  se mantivessem  em oração.  Jesus sabia das provas que estavam por vir, e também sabia do cansaço de Pedro, Tiago e João. Mas, a ordem de Jesus é que apesar da fraqueza da carne, das fraquezas físicas, do cansaço, precisamos e somos ordenados a permanecermos em oração.
Jesus Cristo nos exortou a vigiar e orar, (Marcos 14:38) “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”.

Ensinou-nos também onde orar, (Mateus 6:6) “Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará”.
Além do quarto, (aposento) apontou outro lugar, (Lucas 19:46) “Dizendo-lhes: Está escrito: A minha casa é casa de oração; mas vós fizestes dela covil de salteadores”.
         Está bem claro que Jesus nos ordena a oração. Mas ainda percebemos que Satanás tenta colocar sobre nós a ideia de que a oração é um peso, ou um sacrifício. A religiosidade de nosso país tenta colocar a oração como uma penitência, como um castigo pelos nossos pecados. Essa é uma visão da cultura religiosa de nosso país, onde diante da confissão auricular o padre ordenava 10 ou 20 orações repetidas como pagamento dos pecados para se receber perdão de Deus.
         Mas quando Jesus nos ensinou a oração, por exemplo do “pai nosso”, ele estava ensinando a conversar com Deus como um Pai, a ter nele uma confiança paterna e  não uma expressão de religiosidade ou farisaísmo.
         Quando Jesus nos ordena a oração, ele nos manda sacrificar a nossa carne sim, mas afim de sentirmos o maior prazer que existe para aqueles que amam a Deus, o prazer de estar na presença do Pai.
Salomão retratou esse prazer da comunhão em Cantares de Salomão nas expressões de amor da noiva para com o Noivo, a noiva simbolizando a igreja e o Noivo simbolizando ao Senhor Jesus.
Davi expressou seu amor pelo Senhor em vários salmos , e em muitos vemos ele clamando por  essa comunhão com o senhor dizendo :
Salmo 42.1 e 2
.1 [Ao mestre de canto. Salmo didático dos filhos de Corá] Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. 2 A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?
Salmo 63 1-4
63.1 [Salmo de Davi, quando no deserto de Judá] Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água.
2 Assim, eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória.
3 Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam.
4 Assim, cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome, levanto as mãos.
          O que o Senhor Jesus ordena é que vivamos em oração mantendo profunda comunhão com o Pai em nome de Jesus. Que sintamos o prazer da oração que é melhor do que o tranquilo sono, ou do que a fome saciada ou do que qualquer coisa que o mundo possa nos oferecer.
         A oração é um mandamento que não se cumpre como castigo, mas sim um momento prazerosos de estarmos na presença do Pai de amor, onde seu Espirito e seu Filho se manifestam presentes.
         Terminamos com a poesia do hinário Novo Cântico:

“Preciosas são as horas na presença de Jesus,
Comunhão deliciosa da minha alma com a Luz”

“Se quereis saber quão doce é a divina comunhão,
Podereis mui bem prova-la e tereis compensação.
Procurai estar sozinhos em conversa com Jesus,
Provareis na vossa vida, o poder que vem da cruz.


Quão doce e agradável é estar na presença do Pai!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Por que fé?


Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.” ( Carta aos Hebreus, cap.11 vers.6)
            Quando lemos a respeito de fé, logo nos vêm uma ideia religiosa de fé. Porém, por mais que seja um termo religioso, não tem haver com uma denominação religiosa. Mas, a verdadeira fé é aquela que tem haver com o verdadeiro Deus.
             A exigência básica para nos relacionarmos com o verdadeiro Deus é a fé. Mas se fé não é religião, o que é a fé?
            Na Carta aos Hebreus, temos a clara resposta, no capítulo 11, versículo 1: “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.”
            Quero destacar duas palavras desse versículo: a primeira é “certeza” e a segunda é “convicção”.  Então podemos entender que fé é a certeza e a convicção da existência, do poder e do agir de Deus. E onde há certeza  e convicção, não há espaço para a “dúvida”.
            Então posso dizer que quem tem a fé verdadeira, no Deus verdadeiro, pode  agradá-lo e receber suas recompensas.
“As lagrimas sozinhas não movem a Deus.
O desespero não intimida a Deus.
A manipulação não controla a Deus.
A educação não influência a Deus.
A fé é a única voz que Deus respeita.
A fé é o único método  que constrange Deus a operar milagres. Você deve pedir com fé.” (Mike Murdock)
            A fé move montanhas, e é ela o principal segredo  do milagre. Sua boca é a ferramenta que na oração libera a crença silenciosa de dentro de você.
            Creio meu querido leitor, que você já se perguntou: ”Como conseguir a fé?” E a resposta é simples, na Bíblia o apóstolo Paulo escreveu, inspirado por Deus: “A fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo”(Rom.10 vers.17)  . É ouvindo a Palavra de Deus, que se recebe a fé, então se você quer fé, comece a ler e ouvir o que a Bíblia  ensina.
            Deus prepara continuamente cenários que requerem a nossa confiança nele. A fé é ativada pelas necessidades e pelos desejos, e Deus tem prazer em que você a use. Então, diante de todas as dificuldades, não seria bom  buscar a fé  no Deus verdadeiro? Diante das lutas diárias, não é dessa fé que você precisa?
            Comece a buscar a palavra de Deus, a fé está dentro dela, e chegará um momento da sua vida que Deus lhe dará um sonho tão grande que exigirá toda a fé existente em seu ser. E Deus te recompensará!
Deus te faça um vencedor!
Pastor Welinton Mehret[


Oração e intimidade com o Pai

Ao conversar com seus discípulos em uma planície, o Senhor Jesus estava explicando sobre os valores do Reino de Deus, que ele veio trazer a terra, e no decorrer de sua mensagem ele ensina seus discípulos a orarem, porém a oração que Jesus ensina é diferente da oração que os fariseus demonstravam, não era uma expressão de badalação humana, mas de relacionamento familiar com o Pai .” E, quando orardes, não sejais como os hipócritas; pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa” ( Mt 6.5). Os fariseus tinham esse tipo de entendimento sobre a oração, expressar como atores (hipócritas) uma religiosidade e fé que era apenas para atrair a admiração dos homens, e a recompensa deles era essa, por isso não eram recompensados pelo Pai, porque tudo o que queriam era a admiração humana, suas orações não atraiam a Deus para uma conversa de Pai e filhos.

“6 Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”.
          O que Jesus ensina na oração é nos posicionarmos como filhos, em casa e não em uma praça, no particular e não no público , ao Pai e não aos homens, pois não é um discurso, mas uma conversa de filho para Pai e do Pai para com seus filhos. Jesus não está condenando a oração em conjunto, ou a oração feita diante dos homens, mas expressando que a oração é o meio de entrarmos na presença do Pai, e não de atrairmos a admiração das pessoas por nossa religiosidade. Desde que criou o ser humano, Deus procurava comunhão com seus filhos , “8 E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia” (Gn 3.8), Deus sempre visitava o jardim e chamava seu filho e sua filha, mas quando o pecado veio o homem e sua mulher se esconderam de Deus. Porém hoje através de Jesus, do seu sacrifício na cruz e de seu nome, podemos nos apresentar novamente diante do Pai e nos encontrarmos com ele no jardim que é a oração: um antigo hino diz:
“” O jardim onde Cristo me espera
É lugar de delícia e paz.
A certeza de sua presença
Dá-me vida feliz eficaz.

Oh! Que lindo jardim, o jardim de oração

Onde Cristo me vem esperar;

Perto dele estarei e contente serei

De minha alma a seus pés derramar.
( Hinário Evanofegélico , 1ª Estrofe do hino 344)

 
         Cristo muitas vezes se retirou para os montes e lugares solitários para estar com o Pai, nesses lugares solitários ele manifesta sua presença para juntos entrarmos no jardim da presença do Pai, e esse jardim é a oração; o lugar onde nos encontramos intimamente com o Pai, como Adão e Eva, antes da queda costumavam receber sua visitação, hoje podemos recebe-la também.
“       E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos.   8 Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.”
( Mt 6.7 e 8) 

A oração é um momento de intimidade com o Pai, e nela  conhecemos seu grande amor, nela as expressões tem que sair do coração e não de repetições que nos foram religiosamente apresentadas, a oração é expressão de amor e não uma repetição, mais adiante entraremos na oração do Senhor ( Pai nosso) e vamos ver que ela não é uma repetição, mas  tem um sentido didático, de ensino, mas não uma formalidade que necessite ser repetida constantemente, se tornarmos essa oração em uma repetição, já de início perderemos sua essência de amor.  Jesus deixa isso claro no verso 8, e declara que antes de nós pedirmos qualquer coisa a Deus ele já conhece a nossa necessidade, pois todo pai verdadeiro e presente, percebe atentamente as necessidades de seus filhos, e nosso Pai celeste está apercebido de nossas necessidades também, porém ele espera que a necessidade nos atraia para o jardim da oração, onde ele ouvirá nossas vozes e atenderá nosso clamor, pois ama nossa aproximação dele.
Filipenses 4; versos 6 e 7  nos diz:” Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças;   7 e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.”

Quer receber paz? Entre em teu quarto, vá para um lugar secreto, fale com o Pai, e ele cuidará de tudo.
Seja filho amigo do Pai!

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

A vara de amendoeira ( Jr 1.11 e 12)

           
EM FINS de janeiro ou começo de fevereiro, muitos terraços nas encostas das colinas de Israel sofrem uma transformação dramática. Acordando de seu sono invernal, as amendoeiras ficam cobertas de flores. Sendo uma das primeiras árvores a florir, essa árvore em geral se destaca. Suas flores brancas e rosa enfeitam a paisagem invernal, fazendo lembrar das palavras de Salomão em Eclesiastes 12:5. Ali ele compara os cabelos brancos da velhice à ‘amendoeira que carrega flores.
Em vista da floração precoce da amendoeira, a palavra hebraica para amendoeira significa literalmente “aquele que desperta”. Assim, ela é usada na Bíblia em diversas ilustrações de peso. Por exemplo, o profeta Jeremias teve uma visão de uma vergôntea, ou ramo, de amendoeira. O que representava ela? “Mantenho-me alerta quanto à minha palavra, a fim de cumpri-la”, disse Jeová a Jeremias. (Jeremias 1:11, 12) Naturalmente, DEUS nunca se cansa nem dorme. Mas essas palavras enfatizavam seu desejo de terminar sua obra. — Isaías 40:28.
Séculos antes dos dias de Jeremias, um bastão de amendoeira em flor foi usado para identificar quem O ETERNO havia designado como sumo sacerdote. Um bastão representativo de cada uma das 12 tribos de Israel foi colocado diante de Jeová na tenda de reunião. Na manhã seguinte, o bastão de amendoeira de Arão não só havia florescido milagrosamente, mas também produzia amêndoas maduras! Esse bastão de amendoeira foi mantido dentro da arca do pacto por um tempo como sinal para a nação, para que nunca mais murmurasse contra os representantes de Jeová, designados por ele. — Números 16:1-3, 10; 17:1-10; Hebreus 9:4.
O SENHOR quis que representações das belas flores de amendoeira embelezassem o candelabro de ouro de sete braços que iluminava o Santo do tabernáculo. Segundo a descrição registrada por Moisés, “três cálices em forma de flores de amêndoa estavam num grupo de hastes, alternando-se botões e flores; e três cálices em forma de flores de amêndoa estavam no outro grupo de hastes, alternando-se botões e flores. Assim era com as seis hastes que saíam do candelabro. E no candelabro havia quatro cálices em forma de flores de amêndoa, alternando-se seus botões e suas flores”. — Êxodo 37:19, 20.
Embora a Bíblia faça poucas referências à amendoeira, ela chama nossa atenção às suas belas flores brancas e à sua floração precoce. Essa bela árvore nos lembra, acima de tudo, de que Jeová não descansará até que tenha realizado o seu propósito. — Isaías 55:11.

 ( EXTRAÍDO DE : JW.ORG)

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Caindo na Unção do Espírito Santo

Por Pastor Jelson Becker, líder do Ministério Avivamento Extravagante em Recife-PE, boa parte desse artigo foi contribuição do Pastor João de Souza.
Por que achar que o Espírito Santo só opera de um jeito?
Por que presumir a forma e o modo que Deus irá operar?
Porque limitar Deus aos nossos paradigmas culturais, religiosos e denominacionais?
Sabe irmão, quando presenciamos uma manifestação humana (da carne) ou demoníaca no meio da igreja e amplamente absorvida pela maioria das pessoas, temos o dever de nos levantar e abrirmos nossa boca conta tamanha barbaridade. Isso é Profético!
Quando presenciamos uma manifestação no meio da igreja diferente das operações e dos modos que nossa cosmo-visão denominacional, histórica e cultural esta acomodada a presenciar, temos que orar e pedir a Deus o discernimento, pois podemos estar sendo confrontados pelo próprio Deus em nossas zonas de religiosidade que limitam ou impedem o sobrenatural se manifestar numa dimensão mais profunda, e o próprio Deus precisa quebrar nossas barreiras interiores. Isso é Maturidade!
Quando presenciamos algumas manifestações "alienígenas" a nossa “tradição litúrgica” e precipitadamente nos levantamos para barrar e impedir que essas inovações sejam introduzidas em “nossa igreja”, recorremos a articulação política e pressionamos líderes, manipulando opiniões dos mais novos na fé... permitimos que cresça em nosso coração uma pseudo sensação de estarmos sendo proféticos, quando na verdade estamos sendo estúpidos... E logo nos entregamos a crítica e tecemos comentários negativos sobre essas pessoas e manifestações novas... tratamos de descontextualizar versículos e criamos chavões religiosos do tipo: “- Deus não derruba, Ele apenas levanta o abatido...” ou ainda aquele Crente Samambaia que pensa e age assim: “- Eu não deixo essas pessoas orarem por mim e quando elas oram eu não caio, fico me concentrando para não cair pois eu sou um cristão com raízes” esse é o Crente Samambaia, não passa de uma briofta pois nunca sai do lugar e vive enraizado no seu vaso de preconceitos. Isso é Farisaísmo!
Lembre-se que os fariseus não eram semelhantes a alguns pastores que nos dias de hoje pregam aos domingos e vivem outra realidade imoral durante a semana. Os fariseus jamais cometeriam um pecado moral como esse, pois eles eram zelosos com a lei e levavam a obediência dos preceitos mosaicos a risca, ao ponto de Jesus dizer que eles davam o dízimo do coentro e da hortelã.
Porém foi esse mesmo zelo farisaico que os impediu de reconhecer aquilo que Deus estava manifestando de novo na sua geração através do ministério profético de Jesus e seus discípulos. Eles rejeitaram os ensinos de Jesus pois a forma como Deus estava operando através daquele Nazareno era diferente da forma que eles esperavam. Era diferente de todos os profetas que o antecederam, diferente da historia e tradição familiar dos fariseus. Estavam acostumados com um estereótipo de pregador, semelhante a algumas igrejas que só dão crédito ao que você pregar se não tiver cavanhaque, usar bigode igual ao do Silas Malafaia e vestir terno e gravata.
A falta de zelo pela palavra de Deus os levou ao excesso de zelo pela religiosidade! Fizeram do seu micro universo religioso, da sua tradição denominacional, dos seus estereótipos culturais e históricos uma verdade absoluta, o que é um grande pecado pois nada disso é absoluto. Apenas Jesus é a verdade absoluta. Os óculos através dos quais viam esse Jesus muitas vezes pode estar embassado e precisa ser periodicamente limpo. Sabemos que as interpretações teológicas e doutrinarias a respeito da bíblia são muitas vezes diferentes do que a bíblia verdadeiramente esta dizendo!
Ao longo desse texto quero auxiliar você a ler a Bíblia a partir da Bíblia mesmo e nunca mais interpretar a Bíblia segundo as bulas papais a interpretaram, ou quem sabe segundo a opinião da sociedade torre de vigília, ou ainda interpretar a Bíblia segundo o estatuto e cânon das doutrinas denominacionais de alguma “Igreja Sorveteriana do Brasil”.
É provável que sua mente tenha sido ligada por um fio de prata ao segundo céu, onde Satanás construiu seu trono e tenta manipular a opinião das pessoas gerando erros e confusões doutrinárias. Minha oração é que ao longo dessa leitura toda influência de Belzebu, Unicórnio e Nosferatos sejam quebrada no poder e autoridade do nome de Jesus, pois esses são demônios expecialistas em controlar um gigantesco exércitos de cristãos religiosos e secularizados dentros das mais diversas igrejas.
Segue abaixo parte do artigo do Pastor João de Souza o qual muito contribuirá para o nosso tema, pois complementa eficientemente minha opinião a esse respeito e leva alguns acréscimos meus. Além disso segue partes do Livro "Diário do Pioneiro" de Gunnar Vingren, fundador das Assembléias de Deus no Brasil e pai de praticamente todos os movimentos pentecostais do Brasil, publicado pela CPAD.
O Livro me surpreendeu, pois muitos crentes e pastores da Assembléia de Deus são contra o cair sob o Poder, rir e chorar no Espírito Santo e etc, porém desconhecem que a Assembléia de Deus foi fundada com estes fenômenos do Espírito Santo. Vejam o que encontrei (palavras do próprio Gunnar):

Página 26: "O Espírito Santo veio de maneira poderosa, como pressão... Caímos no chão...clamávamos com voz elevada...'

Página 27: "Um irmão foi arrebatado em espírito'

Página 63: "Riam debaixo do poder"

Página 67: "Na casa da irmã Celina, começamos todos a rir";

Página 72: " 1915, duas meninas tomadas pelo Poder de Deus riam tanto que tive medo delas não aguentarem";

Página 73 "eu ri tanto debaixo do poder de Senhor, que quase perdi as forças..."

Página 75: "Enquanto eu estava orando...um homem foi levantado bem alto do chão..."

Página 77: "...o Poder de Deus veio sobre Vingren
tão poderosamente que ele teve que se sentar um pouco para rir, e depois continuar a pregação"

Página 78: "O poder de Deus veio sobre mim... Eu nem podia me levantar...";

Página 79: "eu tive de rir sob o Poder de Deus e depois chorar muito..."

Página 80: "cantamos no Espírito...";

Página 84: " A unção de Deus caiu tão forte que muitos irmãos ficaram tremendo debaixo do poder de Deus';

Página 86: "eu tive que me deitar no chão...";

Página 88: "Saltei e pulei sob o Poder de Deus...";

Página 95: "Tive de deitar um pouco no sofá, pois o Poder de Deus estava muito forte sobre mim"

Página 95: "vários irmãos foram lançados no chão pelo Poder de Deus"

Página 97 "Havia profecias e interpretação"

Página 131 "Uma moça não crente, sentiu o Poder de Deus, caiu de costas no chão clamando perdão a Deus, Jesus a Batizou com o Espírito Santo e ela falou e cantou em línguas".

Página 131 "Fazíamos orações em diferentes casas de família".

Página 199 "Uma irmã começou a falar em novas línguas enquanto outros louvavam e riam muito debaixo do poder de Deus.

Será que os fenômenos de hoje dos pentecostais, é novidade, ou foram os demais pentecostais que se esfriaram? Este assunto precisa ser estudado mais profundamente e a Liberdade para a atuação do Espírito Santo deve ser restabelecida urgentemente!!!
Artigo pastor João de Souza:
Este texto NÃO foi preparado com o objetivo de defender o cair sob o toque do Espírito Santo, uma experiência comum em alguns segmentos da igreja pentecostal. O que nos propomos é mostrar apenas que tais experiências, longe de serem uma doutrina ou uma prática, também ocorreram em outros avivamentos da história da igreja, e é claro, apresentarmos o tema sob à luz da Escritura, nossa regra básica de Fé.
Não estamos contestando aqui aqueles que pregam e escrevem contra; apenas queremos mostrar que muitas pessoas não conhecem a Escritura nem a história e quando têm conhecimento dos fatos, pensam no Espírito Santo como Alguém limitado, alguém que só faz e opera dentro de parâmetros teológicos estruturados. Mas o Espírito Santo opera como quer e em quem ele quer operar! Aqueles que dizem que somente o diabo derruba, desconhecem determinados textos bíblicos em que Deus é quem derruba e levanta!
Não devemos limitar o agir de Deus a nossa cosmo-visão de cristianismo ocidental, nem duvidar ou blasfemar quando presenciarmos manifestações diferentes as que estamos acostumados lá em nosso gueto denominacional. Deus é especialista em romper paradigmas e envergonhar os religiosos fariseus que historicamente perseguiram os genuínos profetas por não compreenderem o modo diferente e extravagante de Deus operar por intermédio deles.
Há vários textos nas Escrituras que nos surpreendem quanto a ação do Espírito Santo. Não podemos limitá-lo em suas manifestações e temos indícios das Escrituras de algumas de suas ações. Usando as regras de interpretação bíblica, observamos que há mais de dois textos apresentados por diferentes autores a respeito do tema. Se houvesse apenas uma citação ou uma experiência apenas, não poderíamos estabelecer um ensino. Seria perigoso, porém não impossível, estabelecermos uma interpretação bíblica a partir de uma única referência textual... mas como existem diversos textos bíblicos para fundamentar essas manifestações, ficará ainda mais fácil. Mas como há mais de uma citação, temos a autoridade da Palavra de Deus para abordar o tema.
1. A experiência de Saul.
Mesmo depois do Espírito do Senhor o haver abandonado por causa de sua desobediência e entrado em Davi, (Leia agora e compare 1 Sm 10.6 com 16.14 ), Saul teve uma experiência muito forte com o Espírito Santo. Ele mandou uma primeira escolta de soldados prender Davi na casa de Samuel em Ramá, mas o Espírito de Deus veio sobre os soldados que não regressaram a Saul; todos ficaram profetizando. Saul mandou, então uma segunda escolta que também ficou profetizando e ainda uma terceira que não pôde prender a Davi por causa do poder de Deus ( 1 Sm 19.18-21 ). O próprio Saul foi prender a Davi e o "mesmo Espírito de Deus veio sobre ele, e ia profetizando, até chegar a Naiote em Ramá" (vs 23) . Veja bem, já pelo caminho Saul ia profetizando tomado pelo Espírito de Deus! Quando chegou a Ramá, diz a Bíblia na versão corrigida: "E ele também despiu os seus vestidos, e ele também profetizou diante de Samuel, e esteve nu por todo aquele dia e toda aquela noite..." Veja bem! Ele ficou todo um dia e toda uma noite caído por terra, profetizando diante de Deus! A impressão que se tem é que ele ficou fora de si, deitado e prostrado diante de Deus!
2. O tabernáculo no deserto e o templo de Salomão.
Temos dois exemplos ainda: um anterior a Saul, na edificação do Tabernáculo e outro na inauguração do Templo de Salomão. No primeiro, diz a Bíblia que "Moisés não podia entrar na tenda da congregação" por causa da glória do Senhor! (Ex 40.34,35) indicando que ele tentava entrar, mas era impelido ou jogado para fora! Conheço pessoas que quando oram alguns ficam colados na parede e outros são literalmente lançado de um lado ao outro sem que alguém os toque fisicamente. O segundo exemplo está em 2 Crônicas 5.13,14 na inauguração do templo: "E não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor encheu a casa de Deus" (Versão corrigida). Isto é, eles estavam ali dentro ministrando quando veio a glória de Deus; o que aconteceu depois foi que caíram debaixo da unção do Espírito, pois o texto diz que "não podiam ficar em pé" o que quer dizer que todos caíram por terra!
Será que não podemos, também nós, em nossos dias, experimentarmos um pouquinho desta glória do Senhor? Veja ainda 2 Crônicas 7.2.
3. Jeremias.
Quando Deus falava com Jeremias ele se sentia tonto, embriagado pelo poder de Deus. Veja o que ele diz: "Sou como homem embriagado, e como homem vencido do vinho, por causa do Senhor, e por causa de suas santas palavras" (Jr 23.9). Inúmeras vezes já oramos por pessoas pedindo a Deus que as enchesse do poder do Espírito Santo e elas passaram a ficar tontas, cambaleando com as pernas ao ponto de precisarem ser carregadas para casa. Em alguns casos de libertação, no momento do exorcismo o endemoniado também pode exalar cheiro de álcool sem ter tomado essa substancia. É uma manifestação meta-fisica que muitas vezes ocorre no momento da libertação. A principal diferença esta na falta de paz e alegria espiritual pela pessoa oprimida. O Espírito Santo geralmente ministra risos e gozo, alegria espiritual a pessoa que esta transbordando no poder de Deus, enquanto que as risadas de pessoas endemoninhadas são seguidas por palavrões e sarcasmo debochado a obra do calvário.
4. Ezequiel em transe ou arrebatamento apenas dos sentidos:
Ezequiel teve uma experiência ainda mais forte. Ele estava reunido com os anciãos no cativeiro, na Babilônia. Era uma reunião daqueles que foram levados cativos, quando, de repente, o Espírito do Senhor o leva para Jerusalém em visões. Seu corpo fica ali, prostrado diante dos anciãos e ele passa a relatar, posteriormente tudo o que viu. Leia Ezequiel 8.1-3 com 11,24, o começo e o fim da visão. Como ficou o corpo de Ezequiel? Prostrado diante de várias pessoas enquanto era levado em espírito a Jerusalém nas visões de Deus!
5. Daniel ao contemplar o Senhor, desfaleceu, perdeu as forças e seus companheiros fugiram de medo. Tiveram medo pois não discerniram o que Deus estava fazendo de novo naquela geração. Leia o que ele mesmo diz ( Dn 10.7-11 ). Ele caiu não pela fraqueza de estar em jejum há três semanas, mas pela presença de Deus, porque depois, sentindo-se fortalecido, ficou em pé!
6. Jesus.
Bastou o Senhor Jesus dizer aos soldados, "Sou eu" e eles caíram por terra! (Jo 18.6). Será que foi uma coincidência e todos escorregaram simultaneamente? Ou uma virtude vindo do alto para derrubá-los por terra?
7. Os discípulos e a voz de Deus.
Quando Jesus foi transfigurado diante dos discípulos aconteceu este fenômeno. Eles ouviram a voz de Deus e caíram por terra . Veja em Mateus 17.5-7 .
8. E como foi no dia de Pentecostes?
Não podemos negar que as pessoas que os viam falando em línguas achavam que eles estavam embriagados! "Estão embriagados", diziam. Logo fica evidente a extravagância divina nessa ocasião. Os moradores de Jerusalém, quando olhavam aqueles cento e vinte acharam que era fruto de uma bebedeira! Como procedem os bêbados? Falam alto, gritam, dão risadas, rolam pelo chão... e que respondeu-lhes Pedro? "Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando..." (At 2.13-15). A presença do Espírito Santo na vida dos 120 dava a impressão, para os de fora, de algo ridículo, como se fosse um bando de beberrões!
9. Paulo.
A experiência de Paulo (que não deve ser tomada como algo corriqueiro), foi muito grande. Ele nem sabe como chegou aos céus, como ele próprio diz: "se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe" (2 Co 12.1-4). Será que muitos dos discípulos não teriam experimentado algumas das fortes manifestações do Espírito Santo que nem mesmo foram registradas nas Escrituras por acharem que era algo normal na vida deles? O próprio Paulo só foi contar a experiência doze anos depois! Além do mais será que foi o diabo que o derrubou do cavalo no caminho para Damasco a fim de que se converte-se ou foi o próprio Deus? Então não seria uma heresia repetir aquele chavão da teologia da incredulidade??? Que mente dizendo: “- Deus não derruba ninguém, apenas levanta”!!!???
10. Paulo também cita o que aconteceu com Moisés.
Ele diz que sob a lei a glória de Deus foi tão forte que Moisés tinha que colocar um véu sobre o rosto cada vez que saia da tenda para falar ao povo. E como não será na época da graça? "Se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça" (2 Co 3.7-13). O que Paulo quer dizer? Ele explica que, se Moisés, que pregava a lei, tinha tanta glória, quanto maior glória terá os que pregam a justiça? Ou seja, nós nos dias de hoje.
11. Paulo foi derrubado por terra pelo Senhor Jesus: "E caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?" ( At 9.4 ).
12. E que dizer de João, na experiência que teve em Patmos? "Quando o vi, caí a seus pés como morto" (Ap 1.10-17). Ele ficou sem forças diante de Deus!
13. Estas são experiências relatadas nas Escrituras.
Mas imagine algumas outras manifestações semelhantes ao cair, como êxtases, visões e percepções à distância que tiveram os profetas: Eliseu (1 Rs 5.19-27; 6.8-20) ; Pedro, (At 10.1-22) .
À luz de todos estes textos, podemos afirmar que é possível haver manifestações do Espírito em nossas vidas das maneiras mais diversas.
A história da igreja registra muitas manifestações na vida de pessoas que se consagraram a Deus.
A protestante Evelyn Underhill em vários de seus livros conta suas experiências de contemplação e o que ocorria com a presença do Espírito Santo (livros: Mysticism; The Mistery of Sacrifice; Practical Mysticism for Normal People e outros).
João da Cruz, monge católico no seu livro, Obras Espirituais, Carmelo, ensina o caminho e as experiências da vida cristã com experiências semelhantes de êxtases e arrebatamentos. Numa das obras da Biblioteca de Autores Cristãos, em espanhol, o Padre I.G. Arintero trata de toda a mística da igreja onde há relatos surpreendentes do que aconteceu com alguns missionários da Igreja; alguns eram trasladados fisicamente para outras terras onde pregavam o evangelho e regressavam!
14. Algumas experiências, diz ele, aconteciam com o padre Gracián:
"- São efeitos do divino amor, os resultados de uma alma enamorada de Deus que se chama júbilo, gozo, paz, embriaguez, desmaio, morte e fogo de amor, zelo, devoção, êxtases e raptos, amalgamento em Deus, e a divina união". Dionísio diz que o amor divino produz êxtases e o amante já não é seu, mas do amado! Um escritor anônimo mencionado por Sauvé diz: "As pessoas não têm consciência do que dizem ou fazem: dizem coisas sublimes e coisas que não podemos compreender... outras vezes o amor opera de modo mui distinto, deixando-as dormindo. Perdem o conhecimento como no sono e necessitam que sejam despertadas; e não é fácil despertá-las. A razão é que Deus as embriagou até deixá-las adormecidas...."
15. Nunca devemos tomar uma experiência e utilizá-la como base doutrinária.
Entretanto, podemos usar o argumento histórico quando este abaliza o texto bíblico. Por isso podemos acrescentar algumas das experiências de homens de Deus do passado.
Carl Brumback no livro "Que Quer Isto Dizer? (O S. Boyer, 1960), diz: "Como os críticos gostam de descrever os acontecimentos nos cultos pentecostais! Como se regozijam de se referir à maneira de eles tremerem, clamarem, dançarem, caírem e, então, dirigindo-se ao interessado perguntar seriamente: "isso tem alguma coisa em comum com o relato calmo e solene das Escrituras". O interessado, se for um verdadeiro estudante das Escrituras, pode retrucar: "A qual relato calmo e solene das Escrituras se refere? Ao relato do Pentecostes, quando as manifestações extraordinárias e barulhentas levaram os zombadores a dizerem : "Estão embriagados?" Ou refere-se a história da cura do coxo, que deu "um salto, pôs-se em pé e, começou a andar; e entrou no templo, andando, saltando e louvando a Deus?" Ao relato em Atos 4, onde os discípulos " levantaram unanimemente a voz?" A Saulo que caiu sob o poder de Deus? Ao regozijo e louvor a Deus em alta voz da multidão na entrada triunfal, o qual o Senhor Jesus apoiou, dizendo: "Declaro-vos que, se estes se calarem, as pedras clamarão"?
Depois ele continua: "João Wesley exprimiu uma atitude sábia e com juízo, quanto às demonstrações do corpo, no seu jornal de domingo de 25 de novembro de 1759: ‘O perigo foi o de dar demasiada ênfase a acontecimentos extraordinários, tais como clamores, convulsões, visões, êxtases, como se fossem indispensáveis à obra interior até o ponto da obra não avançar sem esses acontecimentos. O perigo (diz Wesley) é o de não lhes dar ênfase suficiente; de condená-los inteiramente; de imaginar que não tivessem alguma coisa de Deus, e que impedissem a sua obra”.
Na realidade, João Wesley, fundador do Metodismo, está mostrando que em seus dias havia este tipo de manifestação do Espírito Santo!
De todos os líderes do passado, João Wesley foi o que mais embasamento bíblico e histórico tinha a respeito do Espírito Santo e por isso o que ele acrescenta é muito importante: "A verdade, contudo, é:
(1) Deus convenceu a muitos repentina e profundamente que eram pecadores perdidos e o resultado natural foram clamores e fortes convulsões do corpo;
(2) os que creram foram fortalecidos e encorajados, e a obra de Deus ficava mais evidente. Ele concedeu a muitos deles sonhos divinos, a outros êxtases e visões;
(3) Muitas vezes, depois de um intervalo a natureza se misturava com a graça;
(4) Satanás, igualmente, imitava essa obra de Deus, para desacreditar toda a obra.... no início foi, sem dúvida, inteiramente de Deus. A sombra não desacredita a substância, nem o diamante falso deprecia o verdadeiro". E isto em 1759!
0 livro "O Fogo do Reavivamento" de Wesley Duewel (Editora Candeia, pg. 53) afirma que enquanto João Wesley pregava, "inúmeras pessoas caíram ao chão como se atingidas por um raio". George Whitefield , companheiro de Wesley diz que quando pregou em Edimburgo em junho de 1742 "... durante uma hora e meia houve tanto choro, tanta aflição, manifestada de várias formas, que fica impossível descrever. O povo parecia estar sendo atingido às centenas. As pessoas eram carregadas e levadas até suas casas como soldados feridos num campo de batalha. Sua agonia e gritos eram profundamente comoventes" (ibid pg. 58).
Ele acrescenta o que aconteceu no dia 3 de outubro numa reunião que começou as 8.30 da manhã e terminou as 8.30 da noite: "Vi 10.000 pessoas afetadas num instante, algumas com alegria, outras com choro... algumas desmaiando nos braços de amigos" (pg. 59). O que é isso? Nada mais que uma Mobilização Profética de 12 horas de oração e adoração.
Um outro avivamento aconteceu nos dias de Finney . Onde ele pregava as pessoas caíam sob o poder de Deus. Diz o texto que, enquanto Finney pregava "a congregação começou a cair de seus assentos, e caíam em todas as direções, pedindo misericórdia" (ibid pg. 87). "Algumas pessoas desmaiavam sob a convicção nos cultos da igreja e outras mais tarde em suas casas" (pg. 90). As biografias de Finney falam deste mover de Deus que derrubava as pessoas no chão!
Jônatham Edwards relata o acontecido quando pregou o sermão Pecadores nas Mãos de um Deus Irado: "Parecia que um espírito aterrador havia descido sobre as pessoas. A congregação começou a cair de seus assentos em todas as direções, clamando por misericórdia." E ele relata: "No grande avivamento americano de 1858, os navios, ao se aproximarem dos portos americanos, pareciam entrar numa zona de influência do Espírito. Navio após navio chegava com o relato de uma repentina convicção e conversão" (Citado na revista Atos, Vol. 12 No. 3 pg. 17).
No avivamento de Cane Ridge em 1801 nos Estados Unidos um pastor presbiteriano relata: "O que vi foi para mim novo e realmente extraordinário...Muitas e muitas e muitas pessoas caíram ao chão, como homens mortos na batalha, e continuaram neste estado durante horas a fio, num estado aparentemente sem respiração e inerte – às vezes reavivando-se por alguns momentos e exibindo sintomas de vida através de um profundo gemido, ou de um grito penetrante e agudo..." (Idem pg. 31)
Portanto, não podemos ser sectários achando que Deus só opera de um jeito. O Espírito Santo tem muitas maneiras de se manifestar, algumas delas menciono no livro "Dons Espirituais, o Poder de Deus em Você". Leia a Bíblia e examine cuidadosamente a história da igreja e você descobrirá muitas maneiras do Espírito Santo operar em nós!
Se, como afirmam alguns o cair não faz parte da obra do Espírito Santo, então temos que concordar que:
1. As experiências acima relatadas que aconteceram no Antigo Testamento, foram obras de um outro espírito. Mas não é o que diz a Bíblia. Saul, os sacerdotes, Jeremias, Ezequiel e Daniel foram tocados pelo Espírito de Deus!
2. Então, Deus estaria nos enganando. Mas isto não é verdade, pois a Palavra serve como fundamento do que acontece. O Espírito Santo é aquele que nos conduz à verdade. Ele não nos deixaria cair na mentira.
3. Se assim fosse os obreiros e os crentes que tiveram tal experiência estariam sob a influência de um outro espírito. Não creio, entretanto, que estejamos sendo enganados, pois tais experiências ajudaram a aumentar a percepção de Deus; a comunhão com ele e o crescimento na Fé, no amor e no ardor evangelístico. Cresceu a comunhão com Deus e solidificou o relacionamento entre os membros do corpo. Nenhum "espírito" teria interesse no crescimento espiritual dos fieis nem no reino de Deus!
4. Teríamos que negar nosso ministério, nosso chamamento e colocar em dúvida a conversão de tanta gente. Tais experiências têm servido para demonstrar o poder de Deus; a operação do Senhor nas vidas. Quem é especialista em questionar a conversão dos outros insinuando que tal experiência não é genuína é o Diabo, nosso acusador. Quando um profeta ou ancião da igreja se levanta no meio da congregação com esse mesmo comportamento, fica evidente a necessidade de libertação e rompimento com o feitiço de Jezabel.
É certo que há pessoas que caem sob forte convicção do Espírito Santo mas não permanecem. Este é um problema do homem e não de Deus. O fato de uma pessoa não ficar transformada quando cai, é problema da pessoa e não de Deus. É a mesma experiência que algumas pessoas têm quando, decidem-se por Cristo, choram, confessam seus pecados e continuam iguais! Além do mais II CO 3.18 nos fala em sermos “transformados de gloria em gloria” , logo compreendo que é um processo de transformação marcado por inúmeras manifestações da unção do Espírito Santo.
Temos que admitir, contudo, que muitos obreiros forçam, empurram as pessoas para que caiam e isto é criancice, infantilidade.
Obreiros há que "forçam" este tipo de manifestação. Apesar da ignorância de alguns, precisamos afirmar que a manifestação do poder de Deus não precisa de nossa força humana da mesma forma que não precisamos nos agarrar a objetos, coisas ou práticas achando que desta ou daquela forma consegue-se algum favor de Deus.
No caso de pessoas serem tocadas por Deus, quando o Espírito age, mesmo à distância as pessoas começam a cair, sem qualquer influência do homem.
Outras vezes basta chegar perto da pessoa, dar um leve toque, soprar, aspergir água ou simplesmente caminhar projetando a sombra e a pessoa está no chão!



terça-feira, 21 de junho de 2016

A bíblia viva em nós


E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões.
E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito.
E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça.
O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.
E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como disse o Senhor, e entre os sobreviventes, aqueles que o Senhor chamar. (
Joel 2:28-32)
Tenho, nesse  últimos anos, descoberto uma nova forma de ler a palavra. Quando  lemos a bíblia precisamos compreender que ela apresenta fatos e não fábulas, que é a palavra de Deus, porém mostra Deus revelado e atuante na  história e na de seu povo. A questão relevante que trará diferença em nossa leitura é: “ as manifestações históricas da bíblia podem tornar-se a repetir?” . O que tenho presenciado nesses anos, é que tudo o que está na Bíblia é real e pode acontecer, porque o Deus da bíblia ainda é o mesmo, e ele não nos revelou simplesmente o que ele fez, afim vermos como algo passado, mas o que ele fez para podermos acessar suas manifestações no presente, e saber quem Ele é, e como ele é, e como ele age, pois  Deus procura relacionar-se amorosamente com sua criação. As vezes infantilmente, poderíamos pensar que bastava Deus manifestar-se como antigamente para crermos, mas a questão é que ele escolheu manifestar-se conforme o que ele mostrou nos seus  escritos e nos seus atos bíblicos. Por que? Porque ele quer que nós o procuremos em sua palavra, para que ao encontrarmos, as manifestações dEle se concretizem na vida daqueles que o procuraram, Eu amo aos que me amam, e os que diligentemente me buscam me acharão”. ( Pv 8,17)   Quando o procuramos em sua palavra, percebemos um Deus que cura o enfermos, um Deus que revela uma nuvem de glória pra manifestar a presença dEle ao seu povo, um Deus que faz tremer o monte pra falar com Israel, um Deus que faz o céu fechar, para que não haja chuva e depois abre o céu e ordena a chuva para mostrar que ele é Deus, é verdade que muitos destes sinais aconteceram por motivos específicos, a fim de manifestá-lo e dar livramentos ao povo de Israel, mas isso não anula o fato de que ele pode mostrar sinais mais intenso em nossas vidas hoje. Cremos que pela palavra de Deus, ele continua curando, pois manifestou sua vontade de curar no filho Jesus, cremos que ele continua agindo poderosamente sobre a face de toda a terra. Porém, ele nos chama a relacionamentos e manifestações que são para íntimos e próximos dele, são sinais da sua glória e da sua presença, são manifestações de seu amor, quando o percebemos diariamente e até podemos ouvir e sentir corporalmente a manifestação da sua glória. Ele não escolheu habitar em templos feitos por mão humanas, mas em templos feitos por suas mãos (at 7.48 e 49; At 2.1-4),mas dentro de seus filhos, os quais receberam sua pessoa o Espírito Santo. Através do sacrifício de Jesus, somos perdoados de nossos pecados, o que nos habilita em sermos seus templos e receber o derramamento do Espírito Santo de Deus, bem como suas manifestações em nós.
O que lemos e ouvimos na palavra pode ser vivido numa dimensão de intimidade dentro de nós, creio que não precisamos esperar o mar se abrir, mas  podemos abrir cadeias com nosso louvor e com nossas orações ( Atos 16.24 a 26). Ou receber  sinais e maravilhas não especificados na bíblia, mas bem reais, como as que Estevão experimentou e operou (At 6.8) , ou ainda sermos agentes de cura, onde a presença e o poder de Deus se manifeste em nossas próprias sombras ou lenços ( At 19.11 a 12) e termos uma alegria que supera qualquer perseguição ou prisão como o apóstolo Paulo. São vários os milagres em Atos, são vários dons dados a igreja, a Bíblia nunca disse que isso cessou, mas afirma que Jesus Cristo é o mesmo ( Hb 13.8) e ele habita no seu corpo que é a igreja. Cristo manifestou nele quem é o Espírito Santo, sendo assim, sabemos quem é o Espírito que habita em nós olhando para Cristo. Viva intensamente o Espírito Santo, não leia a bíblia como algo do passado, mas ela está viva pelo Espírito Santo em você. 
        “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.”

João 14:16-18


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Em sua presença!


Apesar de todas as suas ocupações o profeta Daniel tomou a decisão de estar na presença de Deus pelo menos três vezes ao dia. ( Dn 6.10) O pastor Bill Hybels, da Willow Creek Community Church, declarou: "Há vinte anos comecei a separar um tempo para orar e minha vida de oração tem sido trasformada. Minha maior satisfação não é uma lista de respostas as minhas orações, embora tenham sido respostas maravilhosas. A maior emoção tem sido a diferença qualitativa em meu relacionamento com Deus". Queridos a nossa maior ocupação é Jesus e não a obra de Jesus, embora ela seja omportante. O que mais pesa na balança para você? O que mais pesa em sua vida??


Extraído de "Devocional Ano do Jubileu " Joel Engel e Edino Melo.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Pastor Welinton: O dinheiro no ministério de Jesus

Pastor Welinton: O dinheiro no ministério de Jesus:                 O dinheiro é uma bênção para a vida de todos aqueles que sabem o usar, ele pertence a Deus e é administrado pelos homens; o ...